Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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sábado, 30 de julho de 2016

Leio nas entrelinhas / I read between the lines

Leio nas entrelinhas
Aquilo que não queres dizer
Vejo no teu corpo e olhos
Mais do que queres dar a perceber.

Apanho tudo no ar
Não consigo ficar indiferente
É me impossível evitar
O que a minha razão sente.

Às vezes preferia não ver
Nem sempre gosto de captar
Certas coisas me magoam
Não consigo disfarçar.

Demasiado perspicaz
Para um mundo sempre em convulsão
Prefiro procurar a paz
Tranquilizar o meu coração.

Sentada no comboio da linha de Sintra
6 de julho de 2016
escrito à mão
17h25

I read between the lines
What you do not want to say
I see in your body and eyes
More than you want to give notice.

I catch it in the air
I can’t remain indifferent
It is impossible for me to avoid
What my reason feels.

Sometimes I rather not see
Not always I like to capture
Certain things hurt me
I can’t disguise.

Too much insightful
For a world always convulsing
I prefer to seek peace
Reassure my heart.

Sitting in the Sintra line train
July 6, 2016
handwritten

5:25 p.m.

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