Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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domingo, 29 de novembro de 2015

Ao meu filho que nunca nasceu / To my son that was never born

Ao meu filho que nunca nasceu
Desejado no meu peito
O meu útero não te concebeu
O destino não é perfeito.

Mesmo sabendo que não vieste ao mundo
Quero que saibas que te desejei
Um sonho profundo
Que agora abandonei.

O tempo passou
O relógio biológico não se acertou
Ao mundo não vieste,
Mas alguém profundamente te desejou.

Sentada na mesa da cozinha,
no dia 29 de outubro de 2015,
escrito à mão
7h59



To my son that was never born
Desired in my chest
My uterus did not conceive you
The destination is not perfect.

Even though you did not come to this world
I want you to know that I wanted you
A deep desire
That I now abandoned.

The time has passed
The biological clock does not hit
To the world you did not come,
But someone deeply wished you.

Sitting at the kitchen table,
on October 29, 2015,
handwritten

7:59 a.m.

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