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Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

A falta de diálogo / The lack of dialogue

Quantas vezes se dizem frases
Sem o mínimo de intenção de ofender
O interlocutor mal nos interpreta
Sem que o consigamos perceber?

Das nossas palavras são retiradas ideias
Sem que para tal haja razão
As pessoas não nos entendem
E não têm, para nós, perdão.

Elas não nos ouvem,
Pois, estão toldadas pelo preconceito
Não vale a pena levá-las a sério
Nem levar tudo a peito.

É necessário procurar explicar
O nosso ponto de vista
Para que elas possam compreender
E do verdadeiro diálogo terem uma pista.

Sentada no comboio da linha de Sintra (Sete-Rios)
Poema manuscrito,
7 de julho de 2015,
18h20
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.



How many times do you say phrases
With no intention of offending
The mediator misinterprets us
Without being able to perceive it?

From our words are taken ideas
Without there being any reason
People do not understand us.
And they have no forgiveness for us.

They do not hear us,
For, they are clouded by prejudice
It's not worth taking them seriously.
Do not take everything to heart.

It is necessary to seek to explain
Our point of view
So that they can understand
And true dialogue have a clue.

Sitting on the Sintra line train (Sete-Rios)
Handwritten poem,
July 7, 2015,
6:20 p.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

 

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