Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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terça-feira, 5 de maio de 2015

É tarde… / It’s late…

É tarde, demasiado tarde,
Para perdoar.
O tempo passou,
Mas já nada ficou para desculpar.

É triste, muito triste
Sentir que as conversas foram em vão
Uma série de palavras mudas
Que não conseguiram despertar a razão.

É lamentável e doloroso
O processo da desilusão
Um sentimento de culpa, de falhanço
E de uma grande frustração.

É desejável, que tudo isto passe
Como um comboio de alta velocidade
Tudo na vida é efémero
Apesar de nem sempre isso parecer verdade.

É tarde para passar uma esponja em tudo,
Mas o tempo vai ajudar.
Amanhã já é futuro
e o sol vai novamente brilhar.

Sentada à secretária em Boticas,
escrito a computador,
4 de maio de 2015,
15h40
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


It’s late, too late
To forgive.
Time has passed
But nothing stood to apologize.

It is sad, very sad
Feel that the talks were in vain
A number of seedlings words
Who failed to arouse reason.

It is unfortunate and painful
The process of disillusionment
A feeling of guilt, failure
And of great frustration.

It is desirable that all this pass
As a high-speed train
Everything in life is ephemeral
Although this is not always seem true.

It is late to pass a sponge at all
But time will help.
Tomorrow is already the future
and the sun will shine again.

At the desk in Boticas,
written on the computer,
on May 4, 2015,
3:40 p.m.

In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

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