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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Adeus minha borboleta / Goodbye my butterfly

Adeus minha borboleta
Vais partir para outras paragens
A tua vida não é obsoleta
Para ti os sonhos vão deixar de ser miragens.

Partiste em prol do amor
Para teres a vida que sempre desejaste
Ficou um amargo sabor
E um profundo desgaste.

Sentiste-te presa e sem poder voar
Aos limites tentaste-te ajustar
Agora abres novamente as tuas asas e vais-te libertar
Voltas para junto dos teus para voltares a sonhar.

Sentada no autocarro que parte de Chaves com destino a Boticas,
Poema manuscrito,
28 de abril de 2015,
8h30
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


Goodbye my butterfly
You'll leave to other places
Your life is not obsolete
Your dreams will no longer be mirages.

You left for the sake of love
To have the life you always wanted
It became a bitter taste
And a deep waste.

You felt trapped and unable to fly
With the limits you tried to set yourself
Now you open your wings again and you will set you free
You turn among yours to get back to dream.

Sitting on the bus from destination with Chaves to Boticas,
Handwritten,
on April 28, 2015,
8:30 a.m.
In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry