Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

A tranquilidade ninguém me vai conseguir tirar / Tranquility no one will be able to take from me

Ai se eu fosse a correr
Contar tudo à minha mãe
Não sei como seria
Pois não me parece bem.

Se muitas coisas
Eu não guardasse só para mim,
Muita gente magoaria
Simplesmente por ser assim.

Há coisas que não me estão no sangue
Não combinam com a minha maneira de ser
A vida ensinou-me muito
E eu fiz tudo para com ela aprender.

Nem me atrevo a contar
O que os meus ouvidos tiveram de ouvir
Nem consigo acreditar
Naquilo que me fizeste sentir.

Encho o peito de ar
Fecho os olhos para me acalmar
Procuro a tranquilidade
Que ninguém me vai conseguir tirar.

Sentada na secretária em Boticas,
Poema manuscrito
2 de abril de 2015,
15h47
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


Oh if I were to run
Count it all to my mother
I do not know how it would be
Because not seem right.

If many things
I did not keep to myself,
Many people I would hurt
Simply by being so.

There are things that are not my in the blood
Do not match my way to being
Life has taught me a lot
And I did everything to learn.

I dare not to tell
What my ears had to hear
I can’t believe
What you made me feel.

I fill the air chest
I close my eyes to calm down
I seek tranquillity
No one will be able to take her from me.

Sitting on the desk in Boticas,
Handwritten,
on April 2, 2015,
3:45 p.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

 

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