Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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domingo, 8 de março de 2015

Trás-os-Montes (Portugal)




Há cedros, carvalhos e oliveiras
Ao longo do caminho
Há mimosas, pinheiros e giestas
A rebentar bem de mansinho.

Há verdes pastos
Com animais a pastar
Também se encontram vinhas
E outras colheitas acabadas de semear.

Há casas feias e bonitas
E muitos vales e montes
Há vestígios de outros tempos
E alguns riachos e fontes.

Há dias de muito frio
E outros com muito calor
Há pessoas humildes e alegres
E carnes com muito sabor.

Assim é Trás-os-Montes
Uma região do interior
Onde o ar é puro e fresco
E no qual só se vive por amor.

Autocarro de Chaves com destino a Montalegre,
Poema manuscrito, 
5 de março de 2015,
8 h 40
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


There are cedars, oaks and olive trees
Along the way
There are mimosas, pine and broom
Bursting of well slowly.

There are green pastures
With animals to graze
Are also found vineyards
And other finished crops sowing.

There are ugly and beautiful houses
And many valleys and hills
There are traces of other times
And some streams and sources.

There are days of very cold
And others too hot
There are humble and cheerful people
And meat with lots of flavour.

This is Tras-os-Montes
An inner region
Where the air is pure and fresh
And in which we only live for love.

Chaves bus bound for Montalegre,
Handwritten poem,
on March 5, 2015,
8:40 a.m.
In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry

 

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