Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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domingo, 8 de fevereiro de 2015

A Culpa foi do destino / Blame-it on destination

A culpa foi do destino
Que se atreveu a nos juntar
Ele não teve tino
Quando duas vidas ousou alterar.

Foi tamanho o seu atrevimento
Para dois opostos reunir
Ele não mostrou arrependimento
E nós estamos sempre a discutir.

Na mesma casa moram
Dois povos diferentes
Eles já pouco namoram
Vivem muito descontentes.

E assim a culpa morre
Solteira como é tradição
É a vida que corre
Sem amor ou paixão.

Autocarro com destino a Boticas, poema escrito à mão,
6 de Fevereiro de 2015,
8 h 37
In Costa, Maria Leonor. Amores Platónicos.


The fault was of destination
Who dared to join us
He had no feeling
When two lives, he dared to change.

Huge was its boldness
For two opposites join together
He showed no judgment
And we are always arguing.

Living in the same house
Two different people
They have little dating
They live very unhappy.

And so the blame dies
Single as is tradition
It is life that runs
With no love or passion.

Bus bound for Boticas, handwritten poem,
February 6, 2015,
8 : 37 a.m.

In Costa, Maria Leonor. Platonic Loves.

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